Está liberado sentir?

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Senso de responsabilidade, comportamento de dono, organização, olhar analítico, gestão de problemas – todo mundo já sabe de cor a lista de exigências para ser um bom líder. Mas uma nova característica tem mudado a forma como o mercado de trabalho enxerga essa posição e, mais que isso, o que de fato é liderar. A palavra de ordem é “empatia” e saber lidar com os sentimentos, seus e dos outros, passou a ser essencial para quem está na liderança.

O conceito de “liderança empática” se fez necessária conforme a saúde mental dos colaboradores das empresas passou a ser pauta obrigatória em qualquer reunião. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão é a terceira doença que mais causa afastamentos no ambiente de trabalho e a crescente de casos caminha para um cenário de epidemia. Para combater a doença, explanar os sentimentos no ambiente de trabalho tornou-se mandatório e criar políticas que pensem no bem-estar dos membros da empresa também.

Por onde começar?  

Você pode estar se perguntando: mas por onde começar essa mudança de mentalidade?
O primeiro passo para as empresas é justamente discutir mais sobre saúde mental, um tema antes bastante ignorado por muita gente. 

Rodas de escuta, a criação de um canal aberto com o RH e até a contratação de uma psicóloga in house são boas opções – os colaboradores precisam, antes de tudo, sentir-se seguros e acolhidos. Investir em treinamentos com lideranças também é um passo bastante importante, é uma maneira de desconstruir o mito do super-herói e começar a criar uma cultura de liderança empática em quem tem a responsabilidade de gerir pessoas. 

E, aí, vamos falar sobre sentimento?

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