O líder precisa ser herói?

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Um levantamento do PageGroup, em parceria com o Centro de Liderança da Fundação Dom Cabral, identificou 4 perfis de liderança que se sobressaíram durante a pandemia:

  1. O líder confiante: atua em parceria com fornecedores para cuidar da cadeia como um todo; enxerga oportunidades, abrindo espaço para inovação; incentiva uma gestão menos centralizada
  2. O líder cético: espera recuperação da atividade econômica a partir de 2023; preocupa-se com a incerteza pela procura de seus produtos ou serviços; tem tendência a centralizar a tomada de decisão com intuito de ganhar agilidade
  3. O líder orientado a pessoas: segurança e produtividade são suas maiores preocupações; foco em gestão de pessoas e soft skills; implantou medidas e benefícios visando o bem-estar dos colaboradores
  4. O líder autocentrado: tomada de decisão antes do cenário de crise já era mais centralizada; acredita que é normal a flexibilidade diminuir um pouco em tempos incertos; trabalha em uma empresa pequena ou média de até 200 colaboradores

A ideia não é separar os líderes em caixinhas imutáveis, pelo contrário, o mesmo líder pode transitar por mais de um perfil, dependendo da situação e da cultura organizacional. Mas, com certeza, um dos principais paradigmas que vem sendo derrubado é a figura do líder como super-herói, aquele gestor cheio de certezas, que está no controle de tudo e que possui todas as respostas.

O líder pode, e deve, mostrar sua vulnerabilidade. Foi sobre isso que conversamos com a Sandya Coelho, Diretora de Comunicação e Novos Negócios do GetNinjas. Confira a live completa AQUI.

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