Seu chefe sabe onde você mora?

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A pandemia nos fez repensar muitas questões, mas talvez a principal delas seja o tempo que gastamos no deslocamento. Em especial, no trajeto casa-trabalho-casa. Mas, o quanto as empresas e os líderes estão olhando para esse problema?

A prática do trabalho híbrido vem sendo bastante endossada e tudo indica que este modelo mais flexível será cada vez mais adotado por empresas em todo o mundo. De acordo com Bruna Lucchese, Agile Coach e Consultora no Great Place To Work (GPTW), o modelo de trabalho flexível era debatido há anos no Brasil, mas na prática acabava não ocorrendo efetivamente. Por conta das restrições sanitárias impostas pela pandemia do novo coronavírus, as empresas precisaram ir além da flexibilização, tornando, em muitos casos, o trabalho totalmente remoto. Assim, colaboradores e líderes puderam experimentar novos modelos processuais, testar tecnologias e criar novas rotinas.

Segundo pesquisa da Pew Research, mais da metade dos colaboradores cujo trabalho pode ser feito em casa deseja continuar trabalhando remotamente após o fim da pandemia. Entre os empregadores, o modelo híbrido parece ser a tendência dominante, com muitos líderes planejando que funcionários trabalhem presencialmente apenas alguns dias por semana, permitindo que alguns fiquem totalmente remotos.

Confira alguns dados interessantes sobre esse novo cenário:

  • De acordo com a GPTW, 82% das Melhores Empresas para Trabalhar adotam horário flexível e 61% estimulam o home office;
  • Números do International Workplace Group revelam que 80% dos profissionais de 96 países afirmam que o trabalho flexível aumentou sua produtividade;
  • 77% dos millennials dizem que o horário flexível de trabalho lhes permitiria serem mais produtivos, segundo a Bentley;
  • De acordo com a EconPapers, há 14,6% menos emissão de carbono por pessoa com a diminuição de 10% nas horas de trabalho.

Viu só como as novas formas de trabalho também impactam as cidades?

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