Você está vivendo ou sobrevivendo?

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Quem nunca ouviu alguém se vangloriar do tempo que não tira férias? Ou, então, dizer que está na correria e não tem tempo para nada? Esse ritmo insano de trabalho pode nos levar a um esgotamento extremo que traz abalos para nossa saúde física e mental. É o que chamamos de Síndrome de Burnout. 

No Brasil, segundo a Internacional Stress Management Association (Isma), 33 milhões de pessoas sofrem com a Síndrome de Burnout, ou seja, cerca de 30% dos profissionais brasileiros – deixando o país à frente da China (24%) e dos EUA (20%), atrás apenas do Japão (70%). De acordo com a OMS, o Brasil também tem uma das populações mais estressadas do mundo – dados de 2019 apontam que 18,6 milhões de brasileiros são afetados pelo transtorno de ansiedade. Contudo, o debate sobre saúde mental, especialmente dentro das empresas, ainda é cercado por tabus. 

Há um movimento das companhias rumo a um cuidado efetivo da saúde mental dos colaboradores, mas ainda é tímido. Um estudo da Mercer Marsh Benefícios, MetLife e Willis Towers Watson aponta que a promoção da saúde metal é uma das prioridades de 30% das empresas brasileiras. O acesso a serviços de saúde mental foi o foco de 49% das empresas nos últimos três anos, e deve ser de 78% delas nos próximos três.  

Fique atento aos sinais do burnout e não hesite em procurar ajuda: 

  • Esgotamento físico e mental em excesso 
  • Problemas gastrointestinais e cardiovasculares constantes 
  • Sentimentos de fracasso, incompetência e insegurança 
  • Insônia e dificuldade de concentração 
  • Negatividade e isolamento 

Confira a matéria completa na revista WTW Mag clicando aqui.

3 respostas

  1. Boa tarde pessoal da Welcome Timorrow, é um prazer fazer parte de todo os conteúdos de vcs que pensam em nós motorista e da área da mobilidade urbana. Venho dizer que como sou mais da parte executiva e turismo, ando passando muito mal com a situação do nosso país hj, gostaria de ajudar e ser ajudado, mas como ajudar se também não estou trabalhando a mais de um mês, gostaria de promover uma ajuda de doações para motoristas de frotas de vans e ônibus que atuam no fretamento, turismo, viagens, eventos, entre outras muitos de nós prestamos serviço para músicos, e outros tipos de eventos e estamos passando mais buscados com tudo fechado, cidades fechada e eventos ainda sendo proibidos, então deixo aqui meu comentário e estou a disposição em ajudar de alguma forma ajudar o próximo e também preciso de ajuda. Desculpem o desabafo.

  2. Considero que, diante das restrições existentes, estou sobrevivendo. Naturalmente adotei desde o início os cuidados recomendados contra contaminação ou disseminação do coronavírus, mas considero que as autoridades estão extrapolando em sua competência, criando um clima de medo e de distanciamento excessivo das pessoas, exercendo autoritária e indiscriminadamente medidas exageradas e injustificadas, cujas consequências poderão se fazer sentir a longo prazo, especialmente em relação à saúde mental das pessoas, inclusive de crianças e adolescentes.

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